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Vareta Funda

O blog dos orizicultores do Concelho de Manteigas


quarta-feira, setembro 06, 2006

O g2 tinha prometido... Aqui está, de sua autoria, «O Malmequer»


Fora difícil, o nascimento daquele malmequer! A semente parida pela malmequermãe era de boa constituição, paredes fortes, bem alimentada que tinha sido pelo sol e pela terra alentejana, que outra melhor não há para berço de malmequeres. Além disso, essa terra que a guardou e aqueceu, era também forte e rica em alimento, arada por arado experiente, foi necessária muita força de vontade, muito apego à vida, para que o pequeno malmequer conseguisse ver, enfim, o azul do céu através das pétalas brancas, as mais brancas alguma vez vistas por aquelas bandas. Era lindo, o malmequer… Dele se poderia dizer, como disse o poeta a propósito do soldado morto, que era o malmequer da sua mãe!
Mas…
Foi a formiga mais ladina do carreiro que reparou que faltava uma pétala ao malmequer… Ao princípio ele pensou que era uma brincadeira, mas depressa se apercebeu que as formigas não brincam, ainda se fosse uma cigarra…
E chorou, o malmequer de folhas brancas nunca vistas por aquelas bandas! Da corola incompleta escorreram duas lágrimas de cor amarela, que é a cor das lágrimas dos malmequeres!
Não chores”, disse-lhe a abelha que a ele entretanto se chegou, “és um malmequer único, de cores únicas, serás visitado por nós e com a ajuda da brisa morna destas terras, parirás filhos malmequeres como tu foste parido e a terra os trará à tona da vida e eles serão perfeitos como tu és, apesar de te faltar uma pétala branca
O malmequer sorriu, espreguiçou as pétalas, virou-se para o sol e disse, “Bom dia, Sol”.

Arrotos do Porco:

si le falta una pétala
serão pares
então?
no esqueças de começar con malmequer
beijitos denis



Bom dia, g2 lindo! :)


Eu quero mamar,
mamar perdidamente!
mamar só por mamar: Aqui... além...
Mais este e aquele,
o outro e aquele gajo ali ao fundo...
e... Anda cá, tu aí! Espera um segundo,
anda cá para me pores a mamar...
...e tu também, mete-o bem fundo.
Os colhões, no queixo a adejar!
Contra os colhões, mamar, mamar!


Abocanhar? Gargarejar? Indiferente!...
Chupar ou lamber? É mal? É bem?
Quem disser que se pode estar sem mamar
durante mais de um dia é porque mente!
Pois, se Deus nos deu goelas, foi pra mamar!
Então, que seja minha boca uma alvorada,
que a todos vós ponha a pingar.


(Ah, esta minha costela de poetisa alentejona,
está a ficar cada vez mais bardajona!)





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