| sábado, outubro 22, 2005 |
Acendeu o cigarro e esperou que o fumo se dissipasse. Levantou-se, calmamente, deixando o sono escorrer pelo seu corpo enquanto aquecia o cafe que sobrara do dia anterior. Olhou para o corpo adormecido que ainda se estendia na sua cama. Fechou os olhos e deitou a garrafa vazia de whisky barato no lixo. Tinha a boca com a consistencia de uma folha de papel. O estomago revirava-se a qualquer pensamento diferente de engolir um cafe quente.
Abriu as cortinas e espreitou a rua. Um casal passeava o filho, dois miudos corriam atras de uma bola. Afastou os cabelos que lhe caiam sobre os olhos, sentou-se num canto da sala e misturou o acucar imaginario que nunca colocava no cafe. Pensou em todos os anos que partilhara a vida com aquele corpo sem alma, estendido na sua cama, sem vida, sem forma, que o puxava para baixo, que o recordava da sua propria imundice. Olhava para a cama e para a rua, espreitava a vida que o prendia e desejava a luz que a rua lhe trazia filtrada por anos de magoa e solidao.
Levantou-se, esticou o corpo e soltou um quase grito de raiva e de tormento. Vagueou na saudade de alguem que amara, virou-se para o corpo estendido na sua cama e sentiu o odio de uma vida subir-lhe pelo corpo. Respirou fundo e virou-se de novo para a janela, olhou os putos e viu uma vida que desejara, queria tambem estar na rua, passear de braco dado e sentir o calor de uma vida alheia. Revirou os olhos na direccao da cama, o mesmo corpo, na mesma posicao, que o insultava silenciosamente, que lhe lembrava os anos perdidos e que fazia a sua cabeca estremecer.
Pegou lentamente na faca de cozinha afiou-a com calma, como se ninguem o pudesse interromper. Entrou no quarto e esfaqueou o corpo inerte ate a exaustao. Quando o ultimo sopro de ar saiu do corpo esquartejado pegou nos pedacos de borracha que haviam voado por todo o quarto e enquanto se desfazia deles prometeu a si proprio nao mais comprar bonecas insuflaveis.
Abriu as cortinas e espreitou a rua. Um casal passeava o filho, dois miudos corriam atras de uma bola. Afastou os cabelos que lhe caiam sobre os olhos, sentou-se num canto da sala e misturou o acucar imaginario que nunca colocava no cafe. Pensou em todos os anos que partilhara a vida com aquele corpo sem alma, estendido na sua cama, sem vida, sem forma, que o puxava para baixo, que o recordava da sua propria imundice. Olhava para a cama e para a rua, espreitava a vida que o prendia e desejava a luz que a rua lhe trazia filtrada por anos de magoa e solidao.
Levantou-se, esticou o corpo e soltou um quase grito de raiva e de tormento. Vagueou na saudade de alguem que amara, virou-se para o corpo estendido na sua cama e sentiu o odio de uma vida subir-lhe pelo corpo. Respirou fundo e virou-se de novo para a janela, olhou os putos e viu uma vida que desejara, queria tambem estar na rua, passear de braco dado e sentir o calor de uma vida alheia. Revirou os olhos na direccao da cama, o mesmo corpo, na mesma posicao, que o insultava silenciosamente, que lhe lembrava os anos perdidos e que fazia a sua cabeca estremecer.
Pegou lentamente na faca de cozinha afiou-a com calma, como se ninguem o pudesse interromper. Entrou no quarto e esfaqueou o corpo inerte ate a exaustao. Quando o ultimo sopro de ar saiu do corpo esquartejado pegou nos pedacos de borracha que haviam voado por todo o quarto e enquanto se desfazia deles prometeu a si proprio nao mais comprar bonecas insuflaveis.
Arrotos do Porco:
| Bom, não sei se isto são clones ou quem será, o que sei é que a ene tá fodida sim senhor. E que tal, à semelhança do que fez o nosso amigo Priapo, mandar a eneputa de cona e mudar para o pHaloscan? Bom dia! E como dizia há pedaço ali nos comentos que teimam em não aparecer: e que bom que é chegar aqui e constatar que a posta afinal é mesmo verdadeira, e que não foram a carne de alguidar e as migas a surtirem os seus efeitos perniciosos! |
| Bons dias. Essa coisa aí em cima é um quelone, Cocas. Achas que a enetation tá preocupada com os quelones? Pois... Variações de humor da eneputa. |
| Pois, pá, tinha todo o ar disso. O clone. e sei lá eu se agora és tu ou não... Seja como for, retiro o que disse sobre o pHalos Scan. Estou há um bom bocado a querer comentar na tasca do priapo e não consigo. Vou aos bules. saravá. |
| Inspector, Traga lá o Mantorras, pá. Couve emigrada, És um tarado! Não andas a fazer fotossintese como deve de ser........ Bom dia. Chouras, podes não ter sido tu, mas alguém andou a canzanar a Eneputa durante o fim-de-semana, pá. |
| Bons dias. Pois, pá. Mas a tation noutros sítios tá marada. E o Haloscan também. É o Armagedeão que aí vem. 'It's the end of the world, as we know it'. Bulam, mazé. |
| Bom dia, pás! Xáu, pás! Até 5ª! Vou embarcar agora. Portanto, atenção aos clones que se vão fartar de cagar em meu nome, ok? Beijos às VD, que é a única gaja que por cá vai andando e reconhecidos bicos nos culhos aos restantes panões. àuf i Derzinnem-mos! Bock, ainda te ligo de lá para relatar o coneme schwien. |
| Cocas, pá, vê lá se tás mais atento e se reparas bem nas diferenças de niques, mene. E achas que eu vinha para aqui dizer que fodi a eneputa? Com que fundamento? |
| Pois é, chOURAS. Desculpa lá, caralho. fininho, num hotel à beira mar, por entre o espesso nevoeiro a boilha quisestes rebentar com o cabo de um camaroeiro |
| As soluções arquitectónicas ultimamente procuradas para a resolução de todo e qualquer problema de rigidez, representam um grave problema para o desenvolvimento racional das cidades e dos campos. A falta de compreensão para o emprego de novos materiais e consequentemente novos processos de construir, que estimulam novas ideias estéticas, asfixia e limita consideravelmente o campo das realizações. Os progressos técnicos em geral não são levados em conta dos problemas tanto citadinos, como rurais. A falta de um plano coincidentemente elaborado, visando os interesses reais e urgentes da população... Num hotel à beira-mar... |
| aliás, corres é o risco de teres um coro de chatos a responderem-te em uníssono, ahahaha. E vai o adas ainda julga que são mesmo os quilhos e pede logo para ir ao Hermano José mostrar a tomateira discursiva... |
| Já me doi a peida de tanto bloqeuar a Enetation. Ainda por cima tenho o grelo a escaldar. A gripe das aves já me atacou o pito. A semana está a começar mal... |
| Que merda é esta? Aqui também há clonagens? Os comentários aí em cima não são meus. Quase nenhum deles. Foda-se, que merda! Estou com o pito engripado e ainda vêm para aqui estes malucos a foder-me a molécula! Ai, que nervos! |
| Estás em forma trapezoidal, ó Elder... descontrai, porque a solução funcional, afasta-se do partido geralmente seguido das orientações que andas por aí a distribuir. |
| Meu amor é marinheiro, E mora no alto mar, Seus braços são como o vento, Ninguém o pode amarrar. Navega no alto mar num barco que não s'afunda é paneleiro, mas é honrado e escreve no "vareta funda". Meu amor é paneleiro, mas ninguém o pode enrrabar Seu caralho é como o vento, pior qu'uma corrente d'ar. Uma corrente d'ar m'apanhou de surpresa, como bem sabes Eis-me aqui com o pito murcho com a maldita gripe das aves. |
| Bom dia, o caralho. Esse palhaço que aí anda pode continuar a versejar. Qualquer dia serás empalado, ó afectado dos cornos. |
| Cá para mim, aquilo foi mas foi obra do Clonito. nãotou a ver o filha da puta a ter matéria gris para aquilo... |
